quinta-feira, 29 de abril de 2010

ZÉ LINS RETORNA A MANHUAÇU, ATRAVÉS DO GRUPO TEATRAL "O COLETIVO FAZENDO ARTE" DA CIDADE DE JOÃO PESSOA NA PARAÍBA.


O Comendador Fabrício Santos Diretor do Departamento de Cultura e Turismo de Manhuaçu, através de parceria com a Secretaria Municipal de Educação, receberá no dia 05 e 07 de maio de 2010 em Manhuaçu, o Grupo Teatral da Paraiba “O COLETIVO FAZENDO ARTE” apresentando ZÉ LINS – O PÁSSARO POETA um espetáculo teatral infanto-juvenil, baseado na obra literária de Ana Maria Machado,‘O Menino que Virou Escritor’. ZÉ LINS – O PÁSSARO POETA, é mais que uma peça de teatro, é uma viagem pela fascinante história da vida do grande escritor regionalista brasileiro, José Lins do Rego.

Através de histórias e canções, os brincantes David Muniz, Naná Viana e Valeska Picado, interpretam alguns dos personagens mais marcantes dessa jornada: a vida do menino Dedé que se tornou homem e poeta.
O maestro Carlos Anísio encanta ao som do violão, Valeska Picado e Itamira Barbosa dirigem esse barco de emoções que navega pelo coração das crianças e de todos aqueles que guardam no jardim de suas vidas, a infância.

“José Lins do Rêgo, nascido no Engenho Corredor, município paraibano de Pilar/PB, fez as primeiras letras no Colégio de Itabaiana/PB, no Instituto N. S. do Carmo e no Colégio Diocesano Pio X na atual João Pessoa/PB.
Também estudou no Colégio Carneiro Leão e Osvaldo Cruz, em Recife/PE. Ingressou no Ministério Público como promotor em Manhuaçu/MG, em 1925, transferindo-se em1926 para a capital de Alagoas, onde passou a exercer as funções de fiscal de bancos, até 1930, e fiscal de consumo, de 1931 a 1935.

Em Maceió/AL, tornou-se colaborador do Jornal de Alagoas e passou a fazer parte do grupo de Graciliano Ramos, Raquel de Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda, Jorge de Lima, Valdemar Cavalcanti, Aloísio Branco, Carlos Paurílio e outros.
Em 1935, mudou-se para o Rio de Janeiro/RJ, onde participava ativamente da vida cultural de seu tempo. Era fanático por futebol, ‘flameguista doente’. Em 1955, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.”
Caminhar com o espetáculo por essa trilha é reconstruir uma história rica em significados. Para as crianças e adolescentes que residem nessa cidade é fundamental conhecer o lugar e a história de onde moram.

A cultura é construída pelas pessoas que ali vivem. A paisagem, os costumes e as tradições que hoje se apresentam, estão intimamente ligadas com aqueles que ali viveram.

É de suma importância para a compreensão de nós mesmos, conhecermos a nossa história, retornarmos a nossa ancestralidade e reconhecermos que modificamos o lugar e a cultura de onde vivemos, contribuindo assim para as mudanças e transformações que ocorrem na nossa sociedade.

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